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Orange is the new Black

  • Foto do escritor: Matheus M
    Matheus M
  • 19 de nov. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: 23 de mar. de 2020

Drama mesmo é continuar vendo



Quando apareceu Orange is the new Black, achei que seria diferente e interessante, com uma pitada de insanidade, visto que a criadora Jenji Kohan é a mesma de Weeds, série que adorei.


Confesso que curti a primeira temporada, e que parei de assistir antes do final da terceira, simplesmente porque estava chato e repetitivo. Tudo bem, a série conta o dia a dia de uma prisão feminina e suas detentas, então existe uma certa limitação do que se pode fazer de tão diferente assim, mas...

Tinham um monte de personagens interessantes, como a doida Crazy Eyes, a junkie Nicky, a dupla Fig e o diretor da prisão, Joe Caputo - e parece que a partir de um ponto não sabiam mais o que fazer com eles.

Tudo começa bem, com a personagem principal conhecendo as demais presas, as intrigas, os conchavos, os namoros e até algum suspense de quem delatou quem. Isso tudo vai por água abaixo a partir da segunda temporada.


Ok que é interessante você mostrar o passado das pessoas, contextualizando como e por que elas foram parar na prisão, mas a coisa começou a ficar arrastada demais, picotada demais e, pro meu gosto, chata demais.


Talvez tenha melhorado a partir da quarta temporada, afinal toda série tem direito a escorregar, mas eu não tive paciência pra continuar e até onde vi, não recomendo.


Por que ver?

  • Tem uma premissa interessante, que é de mostrar uma prisão feminina e os perrengues que as mulheres também passam - já que filme, série e até reality show de prisão masculina existem dezenas

  • Pela curiosidade de ver a atriz Laura Prepon, que ficou conhecida fazendo a adolescente ruiva Donna em That '70s Show, agora em versão mulher, morena e má

  • Pra dar risada (e ficar com medo) da Suzanne "Crazy Eyes"

  • Levanta uma bandeira bacana e necessária quanto ao amor entre mulheres (e sua aceitação pelo ex-noivo da personagem principal)

Por que não ver?

  • A partir de certo ponto, fica meio chato e repetitivo

  • Também parece que o sexo se torna figura central na história - guardadas as proporções o que também aconteceu em Sense8 - o que pode ser visto como um retrato da realidade também pode ser visto como algo "panfletário"

Ficha técnica

  • Temporadas: 7

  • Ano: 2013 a 2019

  • Episódios por temporada: 13

  • Duração média de episódio: 60 min.

  • Onde ver: Netflix

(atualizado em nov/19)



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