Hollywood
- Matheus M

- 14 de mai. de 2020
- 2 min de leitura
A fábrica de sonhos tem um lado (muito) podre
Enredo
É tanta sujeira, intriga e sacanagem que nem sei por onde começar, mas vamos lá: que em todo lugar onde se juntam pessoas famosas, poderosas e endinheiradas sempre tem uns podres escondidos não deveria ser novidade pra ninguém, mas ver escancarado é diferente.
Tudo começa no final da década de 40, quando os caminhos de jovens de diferentes partes do país se encontram enquanto eles tentam também ficar ricos e famosos - e o mote é fazer um filme sobe a história (real) de Peg Entwistle, atriz que, depois de ser usada e descartada pela indústria, acaba se matando ao pular do H do letreiro famoso de Hollywood.
O detalhe é que isso se passa em um Estados Unidos ainda muito conservador, misógino e segregado racialmente - e aí a batalha não é apenas para ter sucesso, mas também quebrar paradigmas e mudar a sociedade americana como um todo.
Como lidam mulheres, jovens, gays e negros em uma comunidade "artística", que em teoria acolhe as diferenças - mas que segue sendo o showbusiness comandado por homens brancos?

Por que ver?
Claro que muita coisa é ficção, mas muita coisa também é baseada em fatos reais
É drama, mas tem boas risadas, intrigas e suspenses ao longo dos episódios
Levanta uma pá de discussões que até hoje são muito atuais, como igualdade de gênero, homofobia, racismo, etc.
Por que não ver?
Em determinado momento confesso que cansei de a história estar tão relacionada a sexo e pensei que não ia sair disso, mas a partir do 3º episódio a história toma um rumo bem diferente
Ficha técnica
Ano: 2020
Duração média do episódio: 50 min.
Episódios: 7
Onde ver: Netflix
(atualizado em maio de 2020)
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